terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Poema - 28

E S P E R A

Como está triste este dia.
Frio, vento, solidão.
E com uma chama luzidia
Me aqueço, sozinho, neste casarão.

Percorro os meus sonhos, lentamente.
Percorro o meu mundo ideal,
Onde vivo, temporariamente,
Quando a tua ausência é total.

É uma ausência dolorosa,
Como todas as são,
Quando quem vai embora
É dona de todo o meu coração.

Mas eu sei que a distância
Traz a saudade e nunca o esquecimento.
E essa tua natural fragrância
Cala, por breves instantes, o meu tormento.

Mas é muito tempo sem te ver,
Logo na altura que agora impera
Em que o amor acaba por vencer
Mesmo naqueles que não estão à espera.

Porém eu tenho que esperar
Muito mais que ninguém.
Mas quando a minha hora chegar,
Verás o que significa realmente a palavra amar....


(GONÇALO MAGALHÃES)

6 comentários:

Cati disse...

Adoro a música do Abrunhosa... e deixa-me que te diga que tens muito bom gosto para escolher os poemas que aqui deixas.

Beijinho!

Catarina, disse...

Peço desculpa mas o tempo tem sido tao curto para visitar todos os blogs. Mas muito obrigada pelas visitas asiduas ao meu cantinho =)

Parabéns atrasados!
*
cat

Arco-íris disse...

Meu amigo gostei da tua escolha...mais uma vez perco-me pelo teu cantino...beijinhos***muitos

Daniela disse...

temos casa nova sim senhor... ainda vou a tempo de desejar PARABEENNNNNNSSSSSS...

Obrigada por ires sempre passando por lá!

bjs

manuela disse...

Oi, venho desejar uma boa noite.
Só agora pude andar por aqui.

Está quase o Fim de semana.

Abraço

Manuela

elvira carvalho disse...

Mais um belo poema de um autor que eu desconheço completamente, mas que me agradou.
Um abraço