segunda-feira, 14 de maio de 2012

S. MATIAS - Apóstolo e Mártir.



Matias, o apóstolo "póstumo". É assim chamado porque surgiu depois da morte do apóstolo Judas Iscariotes, o traidor, para o substituir. Alguns teólogos se referem a ele como o décimo terceiro apóstolo. Nasceu depois do Messias, em data incerta, no Séc. I, na Judeia, e morreu cerca do ano 80 d.C. (Séc. I), em Jerusalém.  "Depois da Ascensão de Jesus, Pedro disse aos demais discípulos: Irmãos, em Judas se cumpriu o que dele se havia anunciado na Sagrada Escritura: Com o preço de sua maldade se comprou um campo". O salmo 109:8 ordena "Que outro receba seu cargo".

“Convém, então, que elejamos um para o lugar de Judas. E o eleito deve ser dos que estiveram entre nós o tempo todo em que o Senhor conviveu entre nós, desde que foi baptizado por João Baptista até que ressuscitou e subiu aos céus”.
“E foram designados dois: José, de apelido Barsabás, chamado Justo, e Matias…depois tiraram à sorte e a sorte caiu em MATIAS”.(Act 1, 21-26) 

Segundo as palavras de Pedro registadas em Actos 1:21, 22, Matias havia sido seguidor de Jesus durante os três anos e meio do seu ministério e havia estado intimamente associado com os apóstolos. Provavelmente era um dos setenta discípulos ou evangelistas que Jesus enviou para pregar, segundo o relato de Lucas 10:1. Após a sua escolha, ele foi "contado com os restantes onze apóstolos" pela congregação e quando o livro dos  Actos logo depois fala dos "apóstolos" ou dos "doze", isso, lógicamente, já incluía Matias.

Isto aconteceu a apenas poucos dias antes do derramamento do Espírito Santo, no dia de Pentecostes do ano 30 ou 33 d.C., consoante as várias opiniões de alguns estudiosos, dado ter sido a última ocasião mencionada na Bíblia em que se recorreu a sortes para se saber a escolha de Deus num determinado assunto.

As outras informações existentes sobre Matias fazem parte das tradições e dos escritos da época. Esses registros, entretanto, são apenas fragmentos com algumas citações e frases, que foram recuperadas e, segundo os teólogos, são de sua autoria. De facto, existe uma certa confusão entre os apóstolos Matias e Mateus em alguns escritos antigos.


Segundo a tradição Matias evangelizou na Judéia, Capadócia e, depois, na Etiópia. Ele sofreu perseguições e o martírio, morreu apedrejado e decapitado em Colchis, Jerusalém, testemunhando sua fidelidade a Jesus. 


Porém, de acordo com outras referências históricas há versões diferentes, tudo levando a crer que Matias foi mesmo morto em Jerusalém. De acordo com Nicéforo, Matias primeiro pregou o Evangelho na Judéia, seguindo para a Etiópia e, posteriormente, dirigiu-se para região da Cólquida (agora conhecida como Geórgia Caucasiana), onde foi crucificado. Um marco localizado nas ruínas da fortaleza romana de Gônio, actual Apsaros, nas modernas regiões georgianas de Adjara indicam que Matias estará sepultado naquele lugar.

A Sinopse de Doroteu contém esta tradição:
"Matias pregou o Evangelho aos bárbaros e canibais no interior da Etiópia, onde a Baía de Hyssus se encontra, na foz do Rio Fásis. Ele faleceu em Sebastopólis e está sepultado aqui, próximo ao Templo do Sol."

Um trecho dos Actos Coptas de André e Matias localiza a sua actividade similarmente na "Cidade dos Canibais", na Etiópia.

Já a tradição, narrada por Hipólito de Roma, informa que Matias teria morrido em idade avançada em Jerusalém.

Certo é que há registos de que Santa Helena, mãe do imperador Constantino, o Grande, mandou trasladar as relíquias de São Matias para Roma, onde uma parte está guardada na igreja de Santa Maria Maior. O restante delas encontra-se na antiqüíssima igreja de São Matias, em Treves, na Alemanha, cidade que a tradição diz ter sido evangelizada por ele e que o tem como seu padroeiro.

Santa Helena está também ligada ao achado da Cruz em que Jesus Cristo foi crucificado, pois foi ela que mandou procurar debaixo dum templo, a dita Cruz, mandando escavar a terra, já que era hábito os judeus enterrarem os materiais com que faziam as suas vítimas. Foram encontradas as 3 cruzes e mediante um toque milagroso descobriu-se qual era a Cruz em que havia padecido Jesus. As 3 cruzes tocaram um moribundo, mas só a última, a Cruz de Cristo, o curou de imediato.

O dia litúrgico de São Matias é comemorado a 14 de Maio (hoje).


O Evangelho de Matias é um texto perdido dentre os “Apócrifos” do Novo Testamento, atribuído a Matias, o apóstolo escolhido para suceder Judas Iscariotes (Actos 1:15-26). O conteúdo pode ser inferido através de diversas descrições dele em trabalhos antigos dos pais da Igreja. Há pouquíssima evidência para concluir se “Tradições de Matias” é o mesmo tratado, como afirma J.B.Matthews em The Anchor Bible Dictionary (IV:644).

Créditos: (Wikipédia/comShalom.org/alexandrina.balasar.free.fr/Joseph 1)

domingo, 13 de maio de 2012

Hoje é Dia de Nª. Srª. de FÁTIMA - Comemoração da 1ª. Aparição aos Pastorinhos LÚCIA, FRANCISCO e JACINTA em 1917.


Peregrinos hoje no Santuário (13-05-2012)

Celebra-se HOJE o 95º. Aniversário da 1ª. Aparição de Nossa Senhora de FÁTIMA, aos 3 Pastorinhos, JACINTA MARTO, FRANCISCO MARTO e LÚCIA DE JESUS, no local denominado Cova da Iria, cujos terrenos eram pertença dos pais de LÚCIA, que era prima dos irmãos Jacinta e Francisco. Estas crianças tinham, respectivamente, 7, 9 e 10 anos.

Esta Aparição deu-se a um Domingo, por volta das 13.30 horas. Quando os Pastorinhos tocavam as ovelhas de regresso à estrada, apareceu sobre uma azinheira grande “uma Senhora mais brilhante que o Sol, vestida toda de branco, espargindo luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio d´água cristalina, atravessado pelos raios do Sol mais ardente”. A Senhora profere:“não tenhais medo. Eu não vos faço mal”.


Neste instante, Lúcia começa a manifestar-se a guia do grupo. Interroga a Aparição no seu modo simples de falar:”De onde é Vossemecê?”. A Senhora diz:”Sou do Céu”. Lúcia:”E que é que Vossemecê me quer?”. A Aparição:”Vim para vos pedir que venhais aqui seis meses seguidos, no dia 13, a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero”.

E ocorreu um diálogo entre a Senhora e os 3 Pastorinhos, estes sempre dentro da Luz projectada por Ela. Lúcia falava, porque Lúcia era a única que falava, via e ouvia a Senhora; a Jacinta só via e ouvia e o Francisco só via.

Findo o diálogo (…….), a Senhora afasta as mãos, até aqui erguidas em prece. Antes de se afastar para Nascente, por um caminho de Luz Esplendorosa que a Sua própria irradiação vai rasgando, pede a Lúcia:”Rezem o Terço todos os dias, para alcançarem a Paz para o mundo e o fim da guerra”. (Decorria neste tempo a 1ª. Guerra Mundial que terminaria a 11 de Novembro de 1918 com a aceitação alemã do armistício imposto pelas potências aliadas. “A guerra terminou”, declarou o Marechal Foch. Morreram 9 milhões de pessoas, entre elas muitos Portugueses.).


 

Antes da Aparição de 1917, a pastora Lúcia e seus primos Francisco e Jacinta foram protagonistas de visões celestiais, aquilo que intitularam de presságios dos acontecimentos da Cova da Iria. Em 1915, Lúcia e mais 3 pastorinhas, Maria Justino, Teresa e Rosa Matias, tiveram 3 visões de uma figura como se fosse uma estátua de neve, no lugar “Monte do Cabeço”. Em 1916, na Primavera, no Verão e no Outono, Lúcia e os primos Francisco e Jacinta, vêem um Anjo, que lhes diz:”Não temais. Sou o Anjo da Paz”. Na Primavera viram o Anjo na Loca do Cabeço, no Verão junto à casa da Lúcia, e no Outono num olival chamado Prégueira, junto aos Valinhos. Ficaram a conhecer a Oração do Anjo: “Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam”.

Há padres e outras pessoas que não acreditam na veracidade das Aparições da Cova da Iria. E dizem os maiores disparates que lhes vêm à cabeça. Esquecem-se que, por exemplo, a JACINTA que morreu em Lisboa, foi sepultada no jazigo da família do Barão de Alvaiázere no Cemitério de Ourém, e quando foi para ser trasladada para Fátima, em Novembro de 1935 (15 anos depois da sua morte), na presença das entidades competentes, foi verificado por uma comissão de médicos que o seu rosto estava INCORRUPTO. A 1 de Maio de 1951, os seus restos mortais vão para a capela lateral esquerda da Basílica do Santuário de Fátima. A cerimónia foi novamente antecedida de exumação e verificação do corpo. Uma vez mais, o rosto da JACINTA encontrava-se INCORRUPTO, ou seja, após 31 anos sobre a data da sua morte, em 1920.

Ainda para esses Ateus(?), Agnósticos(?), que disparatam quando falam, convém lembrar que FÁTIMA não estava ligada a SALAZAR, que não governava o País, nem a grupos religiosos! E a pergunta que se coloca é: Porque é que FÁTIMA “tem que ser uma aldrabice” na boca desses senhores, e as mais de 70 Aparições de Nossa Senhora, pelos mais variados locais e Países, podem ser “verdadeiras”?


Alguém põe em dúvidas as Aparições no Ano 39 ao Apóstolo Santiago, em Saragoça? No ano 352 ao Papa Libério em Roma? No ano 1.208 a S. Domingos de Gusmão na França? No ano 1.432 a Joaneta Varoli em Caravaggio, na Itália? No ano 1.531 a São Juan Diego, em Guadalupe, no México? No ano 1.830 a Santa Catarina Labouré em Paris? No ano 1.858 a Santa Bernardette Soubirous em Lourdes, na França (a quem apareceu 18 vezes?)? No ano 1.981 a 5 adolescentes e a uma criança, ou seja a: Ivanka Ivanković, Mirjana Dragićević, Vicka Ivanković, Marija Pavlović, Ivan Dragićević e o pequeno Jakov Čolo em Medjugorje na Bósnia-Herzegovina?

Hoje é Dia da Mãe em muitos Países, e poderá ser também nos nossos corações! Basta que o queiramos!...Afinal Dia da Mãe é todos os dias!...

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!...

Avé-Maria!...


Créditos: (Jacinta Marto, a novíssima profetisa/DN-Aparições de Fátima/Wikipédia/Joseph 1).

quarta-feira, 9 de maio de 2012

S. ISAÍAS - Profeta (O Maior) e Mártir...



O profeta Isaías, teria vivido entre 765 a.C (nascimento em Jerusalém) e 681 a.C., Séc. VIII e VII, durante os reinados de Ozias, Jotam, Acaz e Ezequias, sendo contemporâneo à destruição de Samaria pela Assíria e à resistência de Jerusalém ao cerco das tropas de Senaqueribe que sitiou a cidade com um exército de 185 mil assírios em 701 a.C.

Isaías, filho de Amoz, era de família nobre e homem de elevada cultura e exerceu o seu ministério no reino de Judá, tendo-se casado com uma esposa conhecida como a profetisa que foi mãe de dois filhos: Sear-Jasube e Maher-Shalal-Hash-Baz.

O profeta Isaías tem o seu livro classificado na secção dos “profetas maiores” do Antigo Testamento, sendo considerado O MAIOR DE TODOS. Tal classificação deve-se à extensão dos escritos, assim como diante do conteúdo de suas mensagens, para além da sua pessoa. Várias foram as designações que lhe foram dadas, tais como “o rei dos profetas”, “o profeta messiânico” e “o profeta evangelista”. Seu livro é considerado por alguns como “a Bíblia em miniatura”.

O capítulo 6 do Livro informa sobre o chamado de Isaías para tornar-se profeta através de uma visão do trono de Deus no templo, acompanhado por serafins, em que um desses seres angelicais teria voado até ele trazendo brasas vivas do altar para purificar seus lábios a fim de purificá-lo de seu pecado (isto no ano em que morreu o rei Ozias – 740 a.C.). Então, depois disto, Isaías ouve uma voz de Deus determinando que levasse ao povo a Sua mensagem.

Focando em Jerusalém, a profecia de Isaías, na sua primeira metade, transmite mensagens de punição e juízo para os pecados de Israel, Judá e das nações vizinhas, tratando de alguns eventos ocorridos durante o reinado de Ezequias, o que se verifica até o final do capítulo 39.
A outra metade do livro (do capítulo 40 ao final) contém palavras de perdão, conforto e esperança.
O cumprimento da profecia é uma das provas mais fortes de que a Bíblia é inspirada por Deus e que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus.  O Novo Testamento cita e aplica mais textos do livro de Isaías do que de qualquer outro profeta do Antigo Testamento.  De facto, Isaías é muitas vezes referido como o "profeta messiânico", por causa das muitas profecias dele que se cumprem especificamente em Cristo.  E ele escreveu essas profecias mais de 700 anos antes do nascimento de Jesus.

O propósito eterno de Deus foi descrito como um "mistério" até ao momento que se revelou plenamente (Colossenses 1:26-27).  Não era um "mistério" no sentido de ser desconhecido por Deus, pois ele decidiu que o seu projecto de redenção residisse em Cristo "antes da fundação do mundo" (Efésios 1:4).  Mas era um "mistério" simplesmente porque os homens procuravam "qual a ocasião ou quais as circunstâncias oportunas, indicadas pelo Espírito de Cristo, que neles estava, ao dar de antemão testemunho sobre os sofrimentos referentes a Cristo, e sobre as glórias que os seguiriam" (1 Pedro 1:11).  Quando os profetas falavam do Messias vindouro, faziam muitas predições específicas que mostravam que a mensagem deles era da parte de Deus, não do homem.  Além do mais, quando as predições específicas se cumprem, não resta dúvida da veracidade que Jesus é o Cristo.

Professias do Livro de Isaías e que se cumpriram:


C 7:14 S "A virgem conceberá e dará à luz um filho, e lhe chamará Emanuel" (Cumprimento: Mateus 1:18-23).
C 8:14 S "Ele . . . será pedra de tropeço e rocha de ofensa" (Cumprimento:  Romanos 9:31-33).
C 28:16 S "Eis que eu assentei em Sião uma pedra, pedra já provada, pedra preciosa, angular, solidamente assentada" (Cumprimento:  1 Pedro 2:6-8; 1 Coríntios 3:11).
C 22:22 S "Porei sobre o seu ombro a chave da casa de Davi" (Cumprimento:  Apocalipse 3:7; Lucas 1:31-33).
C 35:5,6 S "Se abrirão os olhos dos cegos" (Cumprimento:  Mateus 11:5).
C 53:5,6 S "Pelas suas pisaduras fomos sarados" (Cumprimento:  1 Pedro 2:24-25).
C 53:9 S "Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte" (Cumprimento:  Mateus 27:57-60).
C 53:12 S "Foi contado com os transgressores" (Cumprimento:  Marcos 15:27-28).
C 25:8 S "Tragará a morte para sempre" (Cumprimento:  Lucas 24; 1 Coríntios 15:54).

Deve-se pedir a todo judeu que afirma crer em Isaías como profeta de Deus, mas nega que Jesus é o Messias, que explique Isaías 53.  De quem o profeta estaria falando senão de Jesus?  Ao longo dos séculos, os judeus que rejeitaram a Jesus não procuraram um salvador sofredor, mas Isaías claramente descreve um Messias que seria sacrificado pelos nossos pecados.  Ao lermos Isaías 53, devemos ser levados a chorar de gratidão por compreendermos melhor o amor de Deus manifesto no dom de seu Filho.

Isaías profetizou dizendo que seria "mui disfigurado, mais do que . . . outro qualquer" (Isaías 52:14).  Quando reflectimos em algumas das atrocidades da guerra de nossos dias, essa declaração pode parecer questionável à primeira vista.  Mas, quando nos recordamos de sua vida na terra do começo ao fim, não pomos em dúvida que as infâmias sofridas pelo Filho de Deus ultrapassaram o que qualquer outro homem jamais sofreu.

"Não tinha aparência nem formosura" (Isaías 53:2).  Isso não trata simplesmente de seu aspecto físico, pois o Novo Testamento não nos diz nada a esse respeito.  Mas ele abandonou a glória que tinha junto ao Pai por uma vida sem nada do que normalmente atrai as pessoas a seguir alguém, como riquezas e notoriedade política.  "De Nazaré pode sair alguma cousa boa?" (João 1:46).  "Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens" (Isaías 53:3).  Nem mesmo o seu próprio povo o recebeu (João 1:11).  A cruz não foi a primeira tentativa para matá-lo.  As autoridades judaicas tentaram várias vezes, mas não poderiam matá-lo até que sua hora chegasse (João 12:23-28).  Era "homem de dores" (Isaías 53:3-4).  Ele chorou por causa de Jerusalém, que escondeu assim seu rosto dele.  Na noite em que foi traído, ele disse como sua alma era "profundamente triste" (Mateus 26:36-41).  "Por juízo opressor foi arrebatado" (Isaías 53:8).  Buscaram falsas testemunhas; três vezes Pilatos declarou sua inocência; e mesmo o ladrão na cruz disse:  "Este nenhum mal fez".


Por isso, um dos capítulos mais marcantes do livro seria o de número 53 que menciona o martírio que aguardava o Messias:
"Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados". (Is 53:5)

Também profetizou a destruição das cidades de SODOMA e GOMORRA, (Isaías1:10 a 20).

Quanto à sua "morte" não se encontram registos, e, mais uma vez, encontramos esta informação na tradição rabínica, de que ele teria sido colocado dentro de um tronco de árvore para depois ser serrado ao meio. Contudo Ridderbos (1986, p. 10) argumenta que “de acordo com a tradição rabínica, Isaías sofreu o martírio pela espada, ou foi serrado em dois durante o reinado de Manassés. Contudo, estas tradições tendem a não ser dignas de confiança. Da mesma forma, a referência de Hebreus 11;37 ao martírio de pessoas que foram serradas ao meio não é prova de que esta foi a sorte de Isaías”.
(?) - Segundo um livro “apócrifo” do século I DC, Vidas dos Profetas, escrito por um anônimo judeu da Palestina, o rei Manassés teria mandado serrar Isaías ao meio no ano 681 a.C.- (?)

Vivemos um tempo marcado pelo fim das utopias. O século XX foi tão tenebroso que hoje, os pós-modernos querem apenas celebrar o consumismo. A revelação profética de Deus ao profeta Isaías, nos ensina que sempre haverá esperança por mais complicado que seja o cenário. Mesmo que os carvalhos sejam arrancados da terra, sempre restará uma “santa semente” de esperança. E podemos ensinar isso corajosamente à igreja de hoje, pois o texto revela que Deus tem em suas mãos o desenrolar da história.

O seu dia litúrgico celebra-se a 9 de Maio (hoje).

Créditos: (estudosdabiblia.net/dlgrubba/Wikipédia/Google/Outros)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Santos FELIPE e TIAGO MENOR - Apóstolos e Mártires.



São FELIPE 

S. Felipe e S. Tiago Menor (O Justo) eram discípulos de Jesus Cristo, tendo pertencido ao grupo dos Doze Apóstolos que conviveram directamente com o Mestre e foram os responsáveis pela disseminação de sua palavra e pela construção da Igreja Católica. 

 S. FELIPE, era casado, tinha 2 filhas e era natural de Betsaida, na Galileia, local onde aconteceu o famoso episódio da revelação de Jesus como Messias, para os Doze. O evangelho de S. João apresenta-nos o apóstolo como aquele que respondeu prontamente ao chamado de Jesus e passou a segui-lo. Felipe era simples, quase ingênuo, e demonstra claramente essas características nas diversas ocasiões em que é citado nos evangelhos. Acredita-se que, no início da Igreja, tenha evangelizado na Frígia, região da Ásia Menor, vindo a morrer em Hierápolis.

Foi S. Felipe que, no dia da multiplicação dos pães, perguntou a Jesus onde havia de arranjar comida para tanta gente. 

 Escritores competentes entendem, que algumas filhas de São Felipe se casaram e que o pai, depois de ter pregado na Judéia, se dirigiu à Cesaréia. Reza mais a história que Felipe foi crucificado e apedrejado em Hierápolis, na Frígia, e sepultado com duas filhas. A morte deste Apóstolo não deve ter sido antes do ano 80, porque foi neste ano, que seu discípulo, São Policarpo, se converteu à religião de Cristo (toma-se assim como certo que terá sido no ano 80). 

As relíquias de São Felipe estão guardadas numa Igreja de Roma, que é consagrada a São Felipe e São Tiago Menor (O Justo). 

Um braço, que existia em Constantinopla, no ano de 1204, foi transportado para Florença. 



São TIAGO MENOR (O Justo) 

S.TIAGO, conhecido como o Menor para o diferenciar do outro apóstolo com o mesmo nome, era filho de Alfeu e de Maria e primo de Jesus. Os apóstolos S. Judas Tadeu e S. Simão eram seus irmãos. São Paulo chama-o "irmão de Nosso Senhor", por causa do parentesco próximo com Jesus Cristo. 

De quão alta estima gozava da parte de Nosso Senhor, se prova por ter Jesus Cristo distinguido São Tiago, com uma aparição particular depois da gloriosa Ressurreição. Antes de subir ao céu, Jesus Cristo deu ao Apóstolo o Dom da ciência, como recompensa pela sua santidade. Segundo São Jerônimo e Epifânio, Nosso Senhor, antes de subir ao céu, teria recomendado a São Tiago a Igreja de Jerusalém. Certamente por esse motivo os Apóstolos, antes da separação, deixaram São Tiago como primeiro Bispo de Jerusalém. 

S. Tiago também nos deixou uma epístola dedicada a todas as igrejas que surgiam nessa região.

A tradição conta que S. Tiago foi martirizado por apedrejamento e decapitado por ordem do Rei Herodes Agripa I, em Jerusalém, em 10 de Abril do ano 62, quando S. Tiago Menor tinha 96 anos. Suas últimas palavras foram: "Pai, perdoai-lhes, porque não sabem o que fazem".

O corpo foi sepultado no lugar do martírio e, após oito anos, Jerusalém foi destruída.

Os Judeus reconheceram nisso o castigo de Deus, tendo o corpo em 572 sido transferido para Constantinopla, e  encontra-se hoje  na Igreja "Dodeci Apostoli", em Roma. 

Uma curiosidade: a tradição histórica conta que as relíquias dos dois santos foram enterradas juntas, no mesmo dia, na Igreja dos Santos Apóstolos, em Roma. Por este motivo, as festas que celebravam a vida de ambos passaram a ser comemoradas no mesmo dia, como uma só festa.

Santificando minha vida: Uma frase tirada da Epístola de S. Tiago, para nossa reflexão: "Todo o dom precioso e toda a dádiva perfeita vêm do alto e descem do Pai das luzes, no qual não há mudança nem sombra de variação." (Tg 1-17)

  O dia litúrgico destes dois Santos Mártires e Apóstolos comemora-se a 3 de Maio.(Hoje)

 Créditos: (Blogs: amaivos/SantosSanctorum/Wikipédia/Google/Outros)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

S. MARCOS - Apóstolo, Evangelista e Mártir.




...Hoje é dia de São Marcos, Apóstolo, Evangelista e Mártir ; nasceu cerca do ano 10 a.c. em Cirene, e morreu em Alexandria no dia 25 de Abril do ano 68 d.C.) e é o autor do mais antigo dos 4 Evangelhos. Ele é considerado o fundador da Igreja de Alexandria, uma das principais sedes do Cristianismo primitivo. 

Tanto quanto se sabe, e segundo as últimas conclusões, S. Marcos terá escrito o Evangelho que lhe é atribuído, segundo as palavras e narrações ditas a ele por S. Pedro, de quem era discípulo. O evangelho tem origem romana embora tenha sido escrito em grego, entre os anos 65 e 70 d.C. (nossa era). 

A tradição cristã  identifica-o com João Marcos, mencionado como companheiro de São Paulo nos Actos dos Apóstolos, e que posteriormente ter-se-ia tornado um discípulo de Simão Pedro (São Pedro). Uma tradição anterior, relatada já no século II-III d.C.  por Hipólito (obra espúria;”Sobre os Setenta Apóstolos”) distingue os dois. De acordo com ele, Marcos, o evangelista, de 2 Timóteo 4:11 é diferente de João Marcos (de Actos 12:12-25, Actos 13:5-13 e Actos 15:37) e de Marcos, primo de Barnabé (de Colossenses 4:10 e Filemon 24:1). Todos eles pertenceriam aos "Setenta Discípulos" que foram enviados por Jesus para a Judeia, para pregarem o evangelho (veja Lucas 10:1-16). 

De acordo com Eusébio de Cesareia (Hist. Ecl. II.9.1-4), Herodes Agripa I no seu primeiro de governo sob toda a Judeia (41 d.C.) matou Tiago, filho de Zebedeu, e prendeu Pedro, planeando matá-lo após a Páscoa judaica. Pedro foi salvo milagrosamente por anjos e escapou do reino de Herodes (Actos 12:1-19). Depois de muitas viagens pela Ásia Menor e pela Síria, ele chegou a Roma no segundo ano do imperador Cláudio (42 d.C.). No caminho, Pedro encontrou Marcos, o evangelista, e restaurou a sua fé (após ele ter deixado Jesus, em João 6:44-66), e tomou-o como companheiro de viagem e intérprete. A pregação de Pedro na cidade teve tanto sucesso que ele foi presenteado pelos habitantes da cidade com uma estátua e, a pedido da população, Marcos escreveu os sermões de Pedro, compondo assim o Evangelho segundo Marcos (Hist. Ecl. II 15 e 16) antes de partir para Alexandria no terceiro ano de Cláudio (43 d.C.)
Lá, fundou a Igreja de Alexandria, sendo seu Patriarca. Tornou-se assim o primeiro bispo de Alexandria e tem a honra de ser também o fundador do Cristianismo na África. 

Ainda de acordo com Eusébio (Hist. Ecl. II 24.1), o sucessor de Marcos como bispo de Alexandria foi Aniano, no oitavo ano do imperador Nero (62-63 d.C.), provavelmente (mas não certamente) por conta de sua morte. 

Muita confusão já se criou por conta de mistura de Marcos, o evangelista, com João Marcos e o Marcos, primo de Barnabé. Esta mistura acabou provocando uma diminuição de importância de Barnabé, de um verdadeiro "Filho do Conforto" para um que favorece seus parentes sobre outros princípios. Foi para a casa de Maria, mãe de João Marcos, que Pedro retornou após ser libertado da prisão. Esta casa era o local de encontro dos primeiros cristãos, "muitos" dos quais estavam ali rezando na noite em que ele foi libertado (Actos 12:12-17). A mistura com João Marcos levou a diversas especulações. Uma o identifica como o homem que carregou água para a casa onde a Última Ceia foi realizada (Marcos 14:13). Já outra o identifica como sendo o jovem que correu nu quando Jesus foi preso (Marcos 14:51-52). E elas podem até ser verdadeiras para João Marcos, uma vez que era na sua casa que se localizava o quarto superior (das reuniões), mas é improvável que tenha qualquer relação com o evangelista. 

Os coptas ainda defendem que Marcos era um dos servos nas Bodas de Caná, o que despejou a água que Jesus transformou em vinho (João 2:1-11) 

Em Alexandria, na Páscoa do ano de 68, São Marcos teria sido martirizado pelos pagãos que adoravam os deuses gregos. Uma tradição diz que lhe amarraram uma corda ao pescoço e o arrastaram pelas ruas. Outra diz que ele foi morto no altar, quando celebrava a Eucaristia. 

Em 828, os seus restos mortais foram roubados da Alexandria por mercadores venezianos, pois já temiam que elas fossem violadas por vândalos, no fervor do repentino crescimento do islamismo. Eles teriam coberto as relíquias com carne de porco para que os muçulmanos não inspeccionassem a carga. Em Veneza construíram a Basílica de São Marcos, onde ainda hoje as relíquias se encontram. 


 Basílica de S. Marcos em Veneza

Em junho de 1968, Papa Cirilo VI de Alexandria enviou uma delegação não oficial a Roma para receber uma relíquia de São Marcos do Papa Paulo VI. A relíquia era um pequeno pedaço de osso que havia sido presenteado ao Papa romano pelo Cardeal Urbani, Patriarca de Veneza. O Papa Paulo disse que o resto das relíquias do santo permanecerão na cidade. 

O seu dia litúrgico é celebrado a 25 de Abril, dia do seu martírio e morte. 

Créditos;(O blog de Yosheh., Wikipédia, Google, Outros)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

S. JORGE - Padre, Militar e Mártir.



Hoje é dia de S. Jorge, padre, militar e mártir. São Jorge nasceu em Capadócia (actual Turquia) no ano 275 d.C. – e terá morrido em 23 de abril de 303 d.C, com apenas 28 anos de idade; foi, de acordo com a tradição, um padre e soldado romano no exército do imperador Diocleciano, venerado como mártir cristão. Na hagiografia, São Jorge é um dos santos mais venerados no catolicismo (tanto na Igreja Católica Romana e na Igreja Ortodoxa como também na Comunhão Anglicana). Também é venerado em diversos cultos das religiões afro-brasileiras, onde é sincretizado na forma de Ogum (Religião de Umbanda). É imortalizado no “conto” (*) em que mata o dragão e também é um dos Catorze santos auxiliares. Considerado como um dos mais proeminentes santos militares, sua memória é celebrada HOJE. No entanto, em Israel, é venerado a 3 de novembro, data em que se comemora a reconstrução da igreja dedicada a ele na Lida (Israel), onde se encontram suas relíquias, erguida a mando do imperador romano Constantino I.

É Santo Padroeiro em diversas partes do mundo: Inglaterra, Portugal, Geórgia, Catalunha, Lituânia, da cidade de Moscovo e, extra-oficialmente, da cidade do Rio de Janeiro (título oficialmente atribuído a São Sebastião), além de ser padroeiro dos Escoteiros, e da Cavalaria do Exército Brasileiro.

Ainda criança, mudou-se para a Palestina com sua mãe após seu pai morrer numa batalha. Sua mãe, ela própria originária da Palestina, Lida, possuía muitos bens e o educou com esmero. Ao atingir a adolescência, Jorge entrou para a carreira das armas, por ser a que mais satisfazia à sua natural índole combativa. Logo foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade — qualidades que levaram o imperador a lhe conferir o título de conde da Capadócia. Aos 23 anos passou a residir na corte imperial em Nicomédia, exercendo a função de Tribuno Militar.

Nessa altura a sua mãe faleceu e ele, tomando grande parte nas riquezas que lhe ficaram, foi para a corte do Imperador. Jorge, ao ver que havia tanta crueldade contra os cristãos, pareceu-lhe ser a altura conveniente para alcançar a verdadeira salvação e distribuiu com diligência toda a riqueza que tinha aos pobres.

O imperador Diocleciano tinha planos para matar todos os cristãos e no dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os romanos deviam converter-se ao cristianismo.

Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande ousadia a fé em Jesus Cristo. Indagado por um cônsul sobre a origem dessa ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da Verdade. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: "O que é a Verdade?". Jorge respondeu-lhe: "A Verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo de meu redentor Jesus Cristo, e Nele confiando me pus no meio de vós para dar testemunho da Verdade." 

Como Jorge se mantinha fiel ao cristianismo, o imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Todavia, Jorge reafirmava sua fé, tendo seu martírio aos poucos ganho notoriedade e muitos romanos tomando as dores daquele jovem soldado, inclusivé a mulher do imperador, converteram-se ao cristianismo.


Finalmente, Diocleciano, não tendo êxito, mandou degolá-lo no dia 23 de abril de 303, em Nicomédia (Ásia Menor). 


Pensa-se que os Cruzados ingleses que ajudaram o Rei Dom Afonso Henriques a conquistar Lisboa, em 1147 terão sido os primeiros a trazer a devoção a São Jorge para Portugal. No entanto, só no reinado de Dom Afonso IV de Portugal é que o uso de "São Jorge!" como grito de batalha se tornou regra, substituindo o anterior "Sant'Iago!".

O Santo Dom Nuno Álvares Pereira, Condestável do Reino, considerava São Jorge o responsável pela vitória portuguesa na batalha de Aljubarrota. O Rei Dom João I de Portugal era também um devoto do Santo, e foi no seu reinado que São Jorge substituiu Santiago como padroeiro de Portugal. Em 1387, ordenou que a sua imagem a cavalo fosse transportada na procissão do corpo de Cristo. Assim, séculos mais tarde, chegaria ao Brasil.


Castelo de S. Jorge, em Lisboa

* Lenda do dragão e da princesa (CONTO): 

Baladas medievais contam que Jorge era filho de Lorde Albert de Coventry. Sua mãe morreu ao dá-lo à luz e o recém nascido Jorge foi roubado pela Dama do Bosque para que pudesse, mais tarde, fazer proezas com suas armas. O corpo de Jorge possuia três marcas: um dragão em seu peito, uma jarreira em volta de uma das pernas e uma cruz vermelho-sangue no braço. Ao crescer e adquirir a idade adulta, ele primeiro lutou contra os sarracenos e, depois de viajar durante muitos meses por terra e mar, foi para Sylén, uma cidade da Líbia.

Nesta cidade, Jorge encontrou um pobre eremita que lhe disse que toda a cidade estava em sofrimento, pois lá existia um enorme dragão cujo hálito venenoso podia matar toda uma cidade, e cuja pele não poderia ser perfurada nem por lança e nem por espada. O eremita lhe disse que todos os dias o dragão exigia o sacrifício de uma bela donzela e que todas as meninas da cidade haviam sido mortas, só restando a filha do rei, Sabra, que seria sacrificada no dia seguinte ou dada em casamento ao campeão que matasse o dragão.

Ao ouvir a história, Jorge ficou determinado em salvar a princesa. Ele passou a noite na cabana do eremita e quando amanheceu partiu para o vale onde o dragão morava. Ao chegar lá, viu um pequeno cortejo de mulheres lideradas por uma bela moça vestindo trajes de pura seda árabe. Era a princesa, que estava sendo conduzida pelas mulheres para o local do sacrifício. São Jorge se colocou na frente das mulheres com seu cavalo e, com bravas palavras, convenceu a princesa a voltar para casa.

O dragão, ao ver Jorge, sai de sua caverna, rosnando tão alto quanto o som de trovões. Mas Jorge não sente medo e enterra a sua lança na garganta do monstro, matando-o. Como o rei do Marrocos e do Egipto não queria ver sua filha casada com um cristão, envia São Jorge para a Pérsia e ordena que seus homens o matem. Jorge livra-se do perigo e leva Sabra para a Inglaterra, onde se casa e vive feliz com ela até o dia de sua morte, na cidade de Coventry.

De acordo com a outra versão, Jorge acampou com sua armada romana próximo a Salone, na Líbia. Lá existia um gigantesco crocodilo alado que estava devorando os habitantes da cidade, que buscaram refúgio nas muralhas desta. Ninguém podia entrar ou sair da cidade, pois o enorme crocodilo alado se posicionava em frente a estas. O hálito da criatura era tão venenoso que pessoas próximas podiam morrer envenenadas. Com o intuito de manter a besta longe da cidade, a cada dia ovelhas eram oferecidas à fera até estas terminarem e logo crianças passaram a ser sacrificadas.

O sacrifício caiu então sobre a filha do rei, Sabra, uma menina de quatorze anos. Vestida como se fosse para o seu próprio casamento, a menina deixou a muralha da cidade e ficou à espera da criatura. Jorge, o tribuno, ao ficar sabendo da história, decidiu pôr fim ao episódio, montou o seu cavalo branco e foi até ao reino resgatá-la. Jorge foi até o reino resgatá-la, mas antes fez o rei jurar que se a trouxesse de volta, ele e todos os seus súbditos se converteriam ao cristianismo. Após tal juramento, Jorge partiu atrás da princesa e do "dragão". Ao encontrar a fera, Jorge atingiu-a com a sua lança, mas esta se despedaçou ao ir de encontro à pele do monstro e, com o impacto, São Jorge caiu de seu cavalo. Ao cair, ele rolou o seu corpo, até uma árvore de laranjeira, onde ficou protegido por ela do veneno do dragão até recuperar as suas forças.

Ao ficar pronto para lutar novamente, Jorge acertou na cabeça do dragão com a sua poderosa espada Ascalon. O dragão derramou então o veneno sobre ele, dividindo a sua armadura em dois pedaços. Uma vez mais, Jorge busca a protecção da laranjeira e em seguida, crava a sua espada sob a asa do dragão, onde não havia escamas, de modo que a besta caiu muito ferida aos seus pés. Jorge amarrou uma corda no pescoço da fera e arrastou-a para a cidade, trazendo a princesa consigo. A princesa, conduzindo o dragão como um cordeiro, voltou para a segurança das muralhas da cidade. Lá, Jorge cortou a cabeça da fera na frente de todos e as pessoas de toda cidade se tornaram cristãs.

O dragão (o demônio) simbolizaria a idolatria destruída com as armas da Fé. Já a donzela que o santo defendeu representaria a província da qual ele extirpou as heresias.


Créditos:(Wikipédia, Google, Outros)

domingo, 15 de abril de 2012

TITANIC - O "inafundável"...afundou-se há 100 anos!...




...Ás 02.18 a.m., do dia 15 de Abril de 1912, afundou-se ao largo do Canadá, após se ter partido em 2, devido aos rombos provocados no casco por um enorme "iceberg", nas águas geladas do Oceano Atlântico, o maior e mais luxuoso paquete da época, o TITANIC, cujo comandante era o Capitão Edward John Smith, de 62 anos, e que mergulhou para a morte juntamente com a proa do navio.

Morreram 1.512, ou 1.514 ou 1.517 pessoas. Ninguém sabe ao certo por causa dos "clandestinos".

Houve 710 ou 711 sobreviventes, retirados dos botes pelo navio CARPATHIA que foi em auxílio do TITANIC, onde chegou pelas 04.10 a.m.

(Pendente)