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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Ss. JOAQUIM e ANA - Pais da Virgem Maria de Nazaré... (também é hoje o DIA DOS AVÓS).




Hoje, dia 26 de Julho, é o Dia Litúrgico dos Pais de Maria de Nazaré, ou seja, da Virgem Santíssima, Ss. JOAQUIM e ANA, e consequentemente AVÓS do Menino Jesus (JESUS CRISTO).

S. Joaquim, é descendente da linha de Davi, nasceu no ano 88 a.C. e era filho de Matã e Sebhrath;  era um homem de posses, e há quem sustente que seria irmão de S. José(?), e faleceu, segundo a tradição cristã com a idade de 80 anos, no ano 8 a.C..  S. Ana (Hannâ) , descendia da linha do Sacerdote Aarão e era filha de Yõnâkhîr e Dinâ.; Sobre a sua morte, há um texto antigo que diz: "Dois anos depois de Cristo ter vencido a morte e subido ao céu, Maria começou a chorar no refúgio de seu quarto", ou seja, Maria passou a viver seus últimos dias. O texto passa a contar esses últimos dias, inclusive sua assunção ao céu. Se Maria concebeu Jesus aos 14 anos, deu à luz aos 15 (idade normal naquele tempo na Ásia Menor para casar) e Jesus morreu em torno dos 33 anos, Maria teria 50 anos ao morrer. Sabe-se que era a idade média de vida das mulheres naquele tempo e naquela região. (Fica a dúvida? 14 ou 16?, Logo 50 ou 52?)

S. Joaquim casou com Santa Ana, que era estéril. Viviam em Jerusalém, onde hoje se ergue a Basílica de Santana. Casados já há 60 anos, S. Joaquim retirou-se para o deserto em oração a Deus, tendo-lhe sido comunicado por um anjo do Senhor que voltasse para casa, pois Santa Ana iria dar-lhe a filha que eles tanto desejavam. Tudo leva a crer que o nascimento de Miriam (Maria em latim) se verificou no ano 20 a.C., no dia 5, mas há dúvidas quanto ao mês, pois os estudiosos dizem que foi em 8 de Setembro, mas Nossa Senhora numa aparição que fez disse que foi em 5 de Agosto(???). 

Uma pequena coincidência: A Virgem Maria, João Baptista e Jesus Cristo, são filhos do Pai Celestial, e as suas gestações, foram todas avisadas pelo CRIADOR (Deus), através dum Anjo.

O Papa Paulo VI, depois de várias datas, fixou definitivamente o dia 26 de Julho, como data para se orar, em especial, a JOAQUIM e ANA.

S. JOAQUIM é Padroeiro dos AVÔS.
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Comemora-se assim, em todo o Mundo Católico, o dia de hoje como o DIA DOS AVÓS, na generalidade.
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JOSEPH 1
Créditos:(Wikipédia, Bíblia, cançãonova, outros)

domingo, 24 de junho de 2012

S. JOÃO BAPTISTA - Precursor, Profecta e Mártir.



Celebra-se hoje, dia 24 de Junho, o nascimento do primo de JESUS, ou seja, do Profecta JOÃO BAPTISTA, que nasceu em Nazaré, e era filho do Sacerdote Zacarias e de Isabel (Elizabete), prima de Maria de Nazaré, mais tarde a VIRGEM MARIA. (Diz-se também que ELIAS teria reencarnado em João).
Pensa-se que João Baptista terá nascido no ano 1 a.C., ou 2 a.C. ou 7 a.C. (sendo esta a data mais credível dado que Jesus também terá nascido no ano 7. a.C.).


São João Baptista é o ÚNICO Santo que tem 2 Dias Litúrgicos: o do nascimento e o da morte.

Há porém duas Entidades Divinas com vários Dias Litúrgicos: Nosso Senhor JESUS CRISTO e Sua Mãe MARIA SANTÍSSIMA.


Os relatos Bíblicos contam a história da voz que se ouviu, quando João baptizou Jesus, dizendo “este é o Meu filho amado no qual ponho toda a minha complacência”. Refere que uma pomba esvoaçou sobre os dois personagens dentro do rio Jordão, e relacionam essa ave com uma manifestação do Espírito Santo. Este acontecimento sem qualquer repetição histórica tem servido por base a imensas doutrinas religiosas. Jesus foi baptizado antes de  iniciar a sua vida pública. Tanto João como Jesus, foram gerados por obra e graça do Divino Espírito Santo, e anunciados às suas mães pelo Anjo Gabriel, com o intervalo de 6 meses.

É perspectiva comum que a principal influência na vida de João terá sido os registos que lhe chegaram sobre o profeta Elias. Mesmo a sua forma de vestir com peles de animais e o seu método de exortação nos seus discursos públicos, demonstravam uma admiração pelos métodos antepassados do profeta Elias (O maior dos profectas). Foi muitas vezes chamado de “encarnação de Elias” e o Novo Testamento, pelas palavras de Lucas, refere mesmo que existia uma incidência do Espírito de Elias nas acções de João.

O discurso principal de João era a respeito da vinda do Messias. Grandemente esperado por todos os judeus, o Messias era a fonte de toda as esperanças deste povo em restaurar a sua dignidade como nação independente. Os judeus defendiam a ideia da sua nacionalidade ter iniciado com Abraão, e que esta atingiria o seu ponto culminar com a chegada do Messias. João advertia os judeus e convertia gentios, e isto tornou-o amado por uns e desprezado por outros.


Importante notar que João não introduziu o baptismo no conceito judaico, este já era uma cerimónia praticada. A inovação de João terá sido a abertura da cerimónia à conversão dos gentios, causando assim muita polémica.


O aprisionamento de João ocorreu na Pereia, a mando do Rei Herodes Antipas I, no  ano 26 d.C.. Ele foi levado para a fortaleza de Macaeros (Maqueronte), onde foi mantido por dez meses até ao dia de sua morte. O motivo desse aprisionamento apontava para a liderança de uma revolução.

Numa pequena aldeia de nome “Adão” João pregou a respeito “daquele que viria”, do qual não seria digno nem de apertar as alparcas (as correias das sandálias). Nessa aldeia também, João acusou Herodes e repreendeu-o no seu discurso, por este ter uma ligação com a sua cunhada Herodíades, que era mulher de Filipe, rei da Ituréia e Traconites (irmão de Herodes Antipas I). Esta acusação pública chegou aos ouvidos do tetrarca e valeu-lhe a prisão e a pena capital; Herodíades, por intermédio de sua filha, tradicionalmente chamada de Salomé, conseguiu coagir o Rei, e a cabeça de João foi-lhe entregue numa bandeja de prata.

Os discípulos de João trataram do sepultamento do seu corpo e de anunciar a sua morte ao seu primo Jesus.

Ambos foram Mártires: João Baptista aprisionado e a quem cortaram a cabeça por capricho de Salomé; Mais tarde, Jesus Cristo foi maltratado de todas as formas e acabou sendo crucificado em Golgotá, no meio de 2 ladrões.

Primos sempre próximos, no nascimento, na vida e na MORTE.

A data do Baptismo de Jesus e o ano da morte de João têm tantas versões que não se sabe se estas datas da Wikipédia estarão correctas: Nascimento no ano 2 .a.C. e decapitação no ano 27 d.C. (tendo assim 28 anos) (??)

Sempre ouvi dizer que Jesus Cristo foi baptizado quando tinha 30 anos.


“Espero em Agosto, aquando do Dia Litúrgico de João, por ocasião da sua morte ter mais esclarecimentos concrectos sobre estas datas….pois já li que Jesus teria morrido com 48 anos!!!!!.....com 37, e que Jesus é uma pessoa e Cristo outra).”

Hoje, é o Dia Litúrgico do Nascimento do Profecta JOÃO BAPTISTA.

Créditos:(Wikipédias várias e blog Recantodasletras.br(?)Joseph 1)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

S. ISAÍAS - Profeta (O Maior) e Mártir...



O profeta Isaías, teria vivido entre 765 a.C (nascimento em Jerusalém) e 681 a.C., Séc. VIII e VII, durante os reinados de Ozias, Jotam, Acaz e Ezequias, sendo contemporâneo à destruição de Samaria pela Assíria e à resistência de Jerusalém ao cerco das tropas de Senaqueribe que sitiou a cidade com um exército de 185 mil assírios em 701 a.C.

Isaías, filho de Amoz, era de família nobre e homem de elevada cultura e exerceu o seu ministério no reino de Judá, tendo-se casado com uma esposa conhecida como a profetisa que foi mãe de dois filhos: Sear-Jasube e Maher-Shalal-Hash-Baz.

O profeta Isaías tem o seu livro classificado na secção dos “profetas maiores” do Antigo Testamento, sendo considerado O MAIOR DE TODOS. Tal classificação deve-se à extensão dos escritos, assim como diante do conteúdo de suas mensagens, para além da sua pessoa. Várias foram as designações que lhe foram dadas, tais como “o rei dos profetas”, “o profeta messiânico” e “o profeta evangelista”. Seu livro é considerado por alguns como “a Bíblia em miniatura”.

O capítulo 6 do Livro informa sobre o chamado de Isaías para tornar-se profeta através de uma visão do trono de Deus no templo, acompanhado por serafins, em que um desses seres angelicais teria voado até ele trazendo brasas vivas do altar para purificar seus lábios a fim de purificá-lo de seu pecado (isto no ano em que morreu o rei Ozias – 740 a.C.). Então, depois disto, Isaías ouve uma voz de Deus determinando que levasse ao povo a Sua mensagem.

Focando em Jerusalém, a profecia de Isaías, na sua primeira metade, transmite mensagens de punição e juízo para os pecados de Israel, Judá e das nações vizinhas, tratando de alguns eventos ocorridos durante o reinado de Ezequias, o que se verifica até o final do capítulo 39.
A outra metade do livro (do capítulo 40 ao final) contém palavras de perdão, conforto e esperança.
O cumprimento da profecia é uma das provas mais fortes de que a Bíblia é inspirada por Deus e que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus.  O Novo Testamento cita e aplica mais textos do livro de Isaías do que de qualquer outro profeta do Antigo Testamento.  De facto, Isaías é muitas vezes referido como o "profeta messiânico", por causa das muitas profecias dele que se cumprem especificamente em Cristo.  E ele escreveu essas profecias mais de 700 anos antes do nascimento de Jesus.

O propósito eterno de Deus foi descrito como um "mistério" até ao momento que se revelou plenamente (Colossenses 1:26-27).  Não era um "mistério" no sentido de ser desconhecido por Deus, pois ele decidiu que o seu projecto de redenção residisse em Cristo "antes da fundação do mundo" (Efésios 1:4).  Mas era um "mistério" simplesmente porque os homens procuravam "qual a ocasião ou quais as circunstâncias oportunas, indicadas pelo Espírito de Cristo, que neles estava, ao dar de antemão testemunho sobre os sofrimentos referentes a Cristo, e sobre as glórias que os seguiriam" (1 Pedro 1:11).  Quando os profetas falavam do Messias vindouro, faziam muitas predições específicas que mostravam que a mensagem deles era da parte de Deus, não do homem.  Além do mais, quando as predições específicas se cumprem, não resta dúvida da veracidade que Jesus é o Cristo.

Professias do Livro de Isaías e que se cumpriram:


C 7:14 S "A virgem conceberá e dará à luz um filho, e lhe chamará Emanuel" (Cumprimento: Mateus 1:18-23).
C 8:14 S "Ele . . . será pedra de tropeço e rocha de ofensa" (Cumprimento:  Romanos 9:31-33).
C 28:16 S "Eis que eu assentei em Sião uma pedra, pedra já provada, pedra preciosa, angular, solidamente assentada" (Cumprimento:  1 Pedro 2:6-8; 1 Coríntios 3:11).
C 22:22 S "Porei sobre o seu ombro a chave da casa de Davi" (Cumprimento:  Apocalipse 3:7; Lucas 1:31-33).
C 35:5,6 S "Se abrirão os olhos dos cegos" (Cumprimento:  Mateus 11:5).
C 53:5,6 S "Pelas suas pisaduras fomos sarados" (Cumprimento:  1 Pedro 2:24-25).
C 53:9 S "Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte" (Cumprimento:  Mateus 27:57-60).
C 53:12 S "Foi contado com os transgressores" (Cumprimento:  Marcos 15:27-28).
C 25:8 S "Tragará a morte para sempre" (Cumprimento:  Lucas 24; 1 Coríntios 15:54).

Deve-se pedir a todo judeu que afirma crer em Isaías como profeta de Deus, mas nega que Jesus é o Messias, que explique Isaías 53.  De quem o profeta estaria falando senão de Jesus?  Ao longo dos séculos, os judeus que rejeitaram a Jesus não procuraram um salvador sofredor, mas Isaías claramente descreve um Messias que seria sacrificado pelos nossos pecados.  Ao lermos Isaías 53, devemos ser levados a chorar de gratidão por compreendermos melhor o amor de Deus manifesto no dom de seu Filho.

Isaías profetizou dizendo que seria "mui disfigurado, mais do que . . . outro qualquer" (Isaías 52:14).  Quando reflectimos em algumas das atrocidades da guerra de nossos dias, essa declaração pode parecer questionável à primeira vista.  Mas, quando nos recordamos de sua vida na terra do começo ao fim, não pomos em dúvida que as infâmias sofridas pelo Filho de Deus ultrapassaram o que qualquer outro homem jamais sofreu.

"Não tinha aparência nem formosura" (Isaías 53:2).  Isso não trata simplesmente de seu aspecto físico, pois o Novo Testamento não nos diz nada a esse respeito.  Mas ele abandonou a glória que tinha junto ao Pai por uma vida sem nada do que normalmente atrai as pessoas a seguir alguém, como riquezas e notoriedade política.  "De Nazaré pode sair alguma cousa boa?" (João 1:46).  "Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens" (Isaías 53:3).  Nem mesmo o seu próprio povo o recebeu (João 1:11).  A cruz não foi a primeira tentativa para matá-lo.  As autoridades judaicas tentaram várias vezes, mas não poderiam matá-lo até que sua hora chegasse (João 12:23-28).  Era "homem de dores" (Isaías 53:3-4).  Ele chorou por causa de Jerusalém, que escondeu assim seu rosto dele.  Na noite em que foi traído, ele disse como sua alma era "profundamente triste" (Mateus 26:36-41).  "Por juízo opressor foi arrebatado" (Isaías 53:8).  Buscaram falsas testemunhas; três vezes Pilatos declarou sua inocência; e mesmo o ladrão na cruz disse:  "Este nenhum mal fez".


Por isso, um dos capítulos mais marcantes do livro seria o de número 53 que menciona o martírio que aguardava o Messias:
"Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados". (Is 53:5)

Também profetizou a destruição das cidades de SODOMA e GOMORRA, (Isaías1:10 a 20).

Quanto à sua "morte" não se encontram registos, e, mais uma vez, encontramos esta informação na tradição rabínica, de que ele teria sido colocado dentro de um tronco de árvore para depois ser serrado ao meio. Contudo Ridderbos (1986, p. 10) argumenta que “de acordo com a tradição rabínica, Isaías sofreu o martírio pela espada, ou foi serrado em dois durante o reinado de Manassés. Contudo, estas tradições tendem a não ser dignas de confiança. Da mesma forma, a referência de Hebreus 11;37 ao martírio de pessoas que foram serradas ao meio não é prova de que esta foi a sorte de Isaías”.
(?) - Segundo um livro “apócrifo” do século I DC, Vidas dos Profetas, escrito por um anônimo judeu da Palestina, o rei Manassés teria mandado serrar Isaías ao meio no ano 681 a.C.- (?)

Vivemos um tempo marcado pelo fim das utopias. O século XX foi tão tenebroso que hoje, os pós-modernos querem apenas celebrar o consumismo. A revelação profética de Deus ao profeta Isaías, nos ensina que sempre haverá esperança por mais complicado que seja o cenário. Mesmo que os carvalhos sejam arrancados da terra, sempre restará uma “santa semente” de esperança. E podemos ensinar isso corajosamente à igreja de hoje, pois o texto revela que Deus tem em suas mãos o desenrolar da história.

O seu dia litúrgico celebra-se a 9 de Maio (hoje).

Créditos: (estudosdabiblia.net/dlgrubba/Wikipédia/Google/Outros)