quarta-feira, 5 de novembro de 2008

A vergonha de uma classe!!!...


O humorista BADARÓ, de 75 anos, morreu no passado dia 1, no IPO, em Lisboa, onde se encontrava internado, lutando contra um cancro no estômago. Antes o comediante (O MAIOR), já tinha sofrido vários problemas de saúde. Para além de um cancro linfático, Badaró sofreu também um AVC (trombose), ao mesmo tempo que sofria de Alzheimer, que lhe vinha a afectar cada vez mais a memória.

No ano em que fazia 50 anos de carreira, Badaró deixou de fazer rir. Para a história fica o seu "Chinezinho Limpopó" (como ixpilico?) "O Abreu" e a frase "Ó Abreu, dá cá o meu", O "Zé Povinho", os "Dois Velhos", etc...



Manílio Badaró nasceu no Brasil, mas em 1958 visitou Portugal e nunca mais de cá saiu. "Ele veio em digressão com a revista brasileira "Fogo na Pandeira" e por cá ficou, relembra a actriz Natalina José. Outros actores também falaram em seu abono, tais como Ruy de Carvalho, Rosa do Canto, Alina Vaz, Raul Solnado e outros. Rosa doCanto ainda disse: "Não lhe deram muitas oportunidades neste país. Tenho imensa pena, acho que foi uma grande perda".
Badaró deu a última entrevista na TV em 2006.

Aquando do seu funeral,no dia 2, fiquei muito admirado com a revolta de 4 artistas apenas e que foram à despedida de BADARÓ. A verdade é que deviamos todos homenagear o homem que tanto trabalhou entre nós. Só que a hipocrisia é tamanha, a memória tão curta, nem vale a pena bater no ceguinho, escreveu Carlos Castro no jornal 24horas.

O corpo de Badaró, seguindo a sua vontade, foi levado para estudo, para a Faculdade de Ciências médicas da Universidade Nova de Lisboa, após a celebração de uma missa de corpo presente na Igreja de Paço de Arcos.




Continua - Parte 2.

J24hor/MC e VC/Net/joseph

2 comentários:

Manuela disse...

Que eu saiba ele não quis que se divulgasse a sua morte senão depois de ser enterrado.
Mas que é verdade o que diz sobre não lhe darmos valor isso tem razão.
Boa noite
Manuela

Andreia do Flautim disse...

Acho que não me lembro dele!