Abrindo o jornal para postar um artigo sobre um homem que mata a mulher com 7 facadas e..., vejo também chapadas, pontapés, socos numa professora..., desastres de toda a espécie..., a política pelas ruas da amargura..., 200 mortos e 200 feridos em ataques terroristas em Mumbai (ex-Bombaim) na India..., tumultos na Tailândia..., e um rol de mais desgraças..., que optei por postar uma música suave, numa interpretação soberba de 2 "senhores" da música luso-brasileira.
Aqui está a minha sugestão para vós:
Canção: Desencontro (2008)
Intérpretes: Luis Represas e Simone (Duet)
No início está o poema em escrita e depois vem o dueto musical entre estes grandes valores da música portuguesa e brasileira... Acho uma delícia musical.
Para ver e ouvir o vídeo, desligar primeiro a barra de música, que está à direita, se estiver a tocar.
domingo, 30 de novembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
OCDE - Desemprego e Recessão em 2009 e 2010...

A economia deverá sofrer uma quebra de 0,2%. A OCDE é a primeira a colocar Portugal em recessão.
A recessão económica vai chegar a Portugal já no próximo ano e deve fazer a taxa de desemprego subir até 8,5%, o valor mais alto dos últimos 21 anos. Segundo o Economic Outlook divulgado ontem pela OCDE, exportações e investimento em queda, conjugados com um consumo arrastado pela tendência negativa, vão fazer a economia contrair -0,2% em 2009, empurrando Portugal para a primeira recessão desde 2003.
Os dados da OCDE são os mais pessimistas até agora, e mantêm a tendência de actualização das previsões em baixa à medida que os danos provocados no sistema financeiro vão sendo incorporados. De facto, desde Outubro que as estimativas são sucessivamente revistas, com a Comissão Europeia e FMI (0,1%) a contrariarem o optimismo do Governo, que, em Outubro, apontava para um crescimento de 0,6%.
O desemprego é o indicador mais afectado. Segundo a OCDE, a taxa de desemprego vai subir de 7,6% para 8,5%, o valor mais alto desde 1986, tornando Portugal o quinto dos trinta países da OCDE com mais desempregados em percentagem da população activa, ultrapassando mesmo a França e a Alemanha. Em 2010, o cenário piora, com a taxa de desemprego a atingir os 8,8%.
Ontem, o primeiro-ministro José Sócrates, cujo Executivo previu, em Outubro, que o desemprego em 2009 se mantivesse ao nível de 2008 (7,6%), afirmou que os números da OCDE “são apenas previsões” e que as estimativas para o crescimento económico até são mais positivas do que para a zona euro, que deve ter uma contracção de 0,6% do respectivo Produto Interno Bruto (PIB). Já o ministro da Economia, Manuel Pinho, não quis comentar o relatório.
Apesar de a performance relativa de Portugal ser superior à da zona euro, a verdade é que em 2010 a OCDE aponta para nova divergência em relação aos países integrados na união monetária, com Portugal a crescer apenas 0,6% contra 1,2%. Desde 2003 até 2007, Portugal cresceu, em média, menos 1% do que a zona euro, sendo que em 2010 a diferença deverá ser de 0,6%. Na prática, isso significa que o único período em que Portugal consegue encurtar a distância é em ano de recessão europeia. “Isto mostra que a reestruturação de muitos sectores devido à concorrência internacional vai ser superior ao que se pensava”, explica Rui Constantino, economista-chefe do Santander Portugal.
De resto, todos os indicadores entram em quebra face a 2008. Depois de as exportações e investimento entrarem no vermelho, é a vez do consumo – a rubrica que tem resistido melhor à crise – cair em termos reais, com uma contracção de 0,2% em relação ao ano anterior. Ou seja, as famílias vão apertar o cinto e moderar as suas compras.
“A tendência não é de agora, já se nota uma alteração dos padrões de consumo”, diz Filipe Garcia, da IMF. “Por exemplo, as famílias já comem menos vezes fora. Em 2009, esta tendência de alterações do consumo vai continuar”.
Previsões da OCDE
1 - Consumo
O consumo tem sido o indicador mais resistente. De acordo com a OCDE, o próximo ano vai ver uma contracção real do consumo das famílias de -0,2%, uma perda marginalmente superior à que teve lugar em 2003, ano da última recessão. O consumo recupera em 2010, mas de forma anémica e em divergência face à zona euro, que tem um crescimento de 1,2%. A confiança do consumidores já estava bastante baixa nos últimos meses.
2 - Investimento
Com o consumo em queda e a procura externa a abrandar, os empresários vão tornar-se mais contidos na altura de investir. Assim, o investimento (medido pela formação bruta de capital fixo) vai cair 1,2%, um valor que diverge em 2,7 pontos percentuais da estimativa inscrita pelo Governo no Orçamento do Estado para 2009. Em 2009, a rubrica volta a crescer, mas de forma muito ténue: apenas 0,5%, um valor abaixo da zona euro (1%).
3 - Défice
Segundo a OCDE, o défice público vai subir em 2009: atinge os 2,9%, um valor perigosamente próximo dos 3% fixados como limite no Pacto de Estabilidade e Crescimento. Ano de excepção? A OCDE diz que não: em 2010, o défice volta a subir e, desta vez, chega mesmo aos 3,1%, um valor superior ao que se registava em 2007. No Economic Outlook, o organismo sedeado em Paris pede mesmo mais medidas estruturais de contenção da despesa pública. Hoje, a Comissão Europeia deverá sublinhar a flexibilização do PEC até 2010.
Pedro Romano/net/joseph
Os dados da OCDE são os mais pessimistas até agora, e mantêm a tendência de actualização das previsões em baixa à medida que os danos provocados no sistema financeiro vão sendo incorporados. De facto, desde Outubro que as estimativas são sucessivamente revistas, com a Comissão Europeia e FMI (0,1%) a contrariarem o optimismo do Governo, que, em Outubro, apontava para um crescimento de 0,6%.
O desemprego é o indicador mais afectado. Segundo a OCDE, a taxa de desemprego vai subir de 7,6% para 8,5%, o valor mais alto desde 1986, tornando Portugal o quinto dos trinta países da OCDE com mais desempregados em percentagem da população activa, ultrapassando mesmo a França e a Alemanha. Em 2010, o cenário piora, com a taxa de desemprego a atingir os 8,8%.
Ontem, o primeiro-ministro José Sócrates, cujo Executivo previu, em Outubro, que o desemprego em 2009 se mantivesse ao nível de 2008 (7,6%), afirmou que os números da OCDE “são apenas previsões” e que as estimativas para o crescimento económico até são mais positivas do que para a zona euro, que deve ter uma contracção de 0,6% do respectivo Produto Interno Bruto (PIB). Já o ministro da Economia, Manuel Pinho, não quis comentar o relatório.
Apesar de a performance relativa de Portugal ser superior à da zona euro, a verdade é que em 2010 a OCDE aponta para nova divergência em relação aos países integrados na união monetária, com Portugal a crescer apenas 0,6% contra 1,2%. Desde 2003 até 2007, Portugal cresceu, em média, menos 1% do que a zona euro, sendo que em 2010 a diferença deverá ser de 0,6%. Na prática, isso significa que o único período em que Portugal consegue encurtar a distância é em ano de recessão europeia. “Isto mostra que a reestruturação de muitos sectores devido à concorrência internacional vai ser superior ao que se pensava”, explica Rui Constantino, economista-chefe do Santander Portugal.
De resto, todos os indicadores entram em quebra face a 2008. Depois de as exportações e investimento entrarem no vermelho, é a vez do consumo – a rubrica que tem resistido melhor à crise – cair em termos reais, com uma contracção de 0,2% em relação ao ano anterior. Ou seja, as famílias vão apertar o cinto e moderar as suas compras.
“A tendência não é de agora, já se nota uma alteração dos padrões de consumo”, diz Filipe Garcia, da IMF. “Por exemplo, as famílias já comem menos vezes fora. Em 2009, esta tendência de alterações do consumo vai continuar”.
Previsões da OCDE
1 - Consumo
O consumo tem sido o indicador mais resistente. De acordo com a OCDE, o próximo ano vai ver uma contracção real do consumo das famílias de -0,2%, uma perda marginalmente superior à que teve lugar em 2003, ano da última recessão. O consumo recupera em 2010, mas de forma anémica e em divergência face à zona euro, que tem um crescimento de 1,2%. A confiança do consumidores já estava bastante baixa nos últimos meses.
2 - Investimento
Com o consumo em queda e a procura externa a abrandar, os empresários vão tornar-se mais contidos na altura de investir. Assim, o investimento (medido pela formação bruta de capital fixo) vai cair 1,2%, um valor que diverge em 2,7 pontos percentuais da estimativa inscrita pelo Governo no Orçamento do Estado para 2009. Em 2009, a rubrica volta a crescer, mas de forma muito ténue: apenas 0,5%, um valor abaixo da zona euro (1%).
3 - Défice
Segundo a OCDE, o défice público vai subir em 2009: atinge os 2,9%, um valor perigosamente próximo dos 3% fixados como limite no Pacto de Estabilidade e Crescimento. Ano de excepção? A OCDE diz que não: em 2010, o défice volta a subir e, desta vez, chega mesmo aos 3,1%, um valor superior ao que se registava em 2007. No Economic Outlook, o organismo sedeado em Paris pede mesmo mais medidas estruturais de contenção da despesa pública. Hoje, a Comissão Europeia deverá sublinhar a flexibilização do PEC até 2010.
Pedro Romano/net/joseph
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
O que foi o 25 de Novembro de 1975 ?
RAMALHO EANES, JAIME NEVES E VASCO LOURENÇO
O actual figurino político português ficou definido com o 25 de Novembro de 1975. Ano e meio após o 25 de Abril, que derrubou o regime salazarista, novo confronto militar derrotava as facções ideológico-militares que preconizavam o poder popular e fazia vigorar os princípios da democracia representativa. Numa leitura simplista, as teses da extrema-esquerda (e, também, do PCP) não resistiam ao sistema defendido por PS, PSD e CDS.
No campo militar, as forças lideradas por Vasco Lourenço, que estava no Palácio de Belém com o então Presidente da República, Costa Gomes, e por Ramalho Eanes, que chefiava as operações no Regimento de Comandos da Amadora em conjunto com Jaime Neves, batiam as unidades militares que responderiam, entre outros, às ordens de Otelo ou de oficiais comunistas - sobretudo porque tinham um plano e uma cadeia de comando, já que, à partida, o potencial bélico da chamada esquerda militar era superior.
O episódio simbólico da mudança na correlação de forças, nesse período que durou de 24 a 28 de Novembro, é quase anedótico. No dia 25, o (então) capitão Duran Clemente - segundo-comandante da Escola Prática de Administração Militar, que tinha ocupado a RTP - falava em directo na televisão, explicando as teses da facção mais esquerdista. De súbito, começa a dizer que lhe estão a fazer sinais, pois parece que há problemas técnicos, anunciando que voltará ao ar quando tudo estiver resolvido. Entretanto, a imagem do oficial fardado é substituída pela de Danny Kaye, no filme O Bobo da Corte.
DN-fernando madail/Net/joseph
No campo militar, as forças lideradas por Vasco Lourenço, que estava no Palácio de Belém com o então Presidente da República, Costa Gomes, e por Ramalho Eanes, que chefiava as operações no Regimento de Comandos da Amadora em conjunto com Jaime Neves, batiam as unidades militares que responderiam, entre outros, às ordens de Otelo ou de oficiais comunistas - sobretudo porque tinham um plano e uma cadeia de comando, já que, à partida, o potencial bélico da chamada esquerda militar era superior.
O episódio simbólico da mudança na correlação de forças, nesse período que durou de 24 a 28 de Novembro, é quase anedótico. No dia 25, o (então) capitão Duran Clemente - segundo-comandante da Escola Prática de Administração Militar, que tinha ocupado a RTP - falava em directo na televisão, explicando as teses da facção mais esquerdista. De súbito, começa a dizer que lhe estão a fazer sinais, pois parece que há problemas técnicos, anunciando que voltará ao ar quando tudo estiver resolvido. Entretanto, a imagem do oficial fardado é substituída pela de Danny Kaye, no filme O Bobo da Corte.
DN-fernando madail/Net/joseph
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domingo, 23 de novembro de 2008
Como é que se desliga esta coisa?...
Sem comentários!...
Para ouvir o som do vídeo, desligar primeiro a barra de música, à direita, se a mesma estiver a tocar.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
TEIXEIRA DOS SANTOS, o "PIOR" ministro das Finanças da Europa!.

"...ganhou uma nada honrosa competição... é o pior entre 19."
O ranking anual do jornal inglês "Financial Times" (FT) sobre o desempenho de 19 ministros das Finanças europeus colocou Teixeira dos Santos no último lugar. A "fraca economia" e o pequeno impacto a nível europeu explicam a classificação, escreve o FT.
Este ranking analisa a actuação dos ministros em três vertentes: económica, política e de estabilidade - e Teixeira dos Santos fica em 17º., 19º. e 11º., respectivamente, o que não lhe permite escapar ao ÚLTIMO lugar, na classificação final.
Contactado pelo jornal 24 horas, o Ministério de Teixeira dos Santos não quis fazer qualquer comentário a esta lista do FT.
......................................................
(Transcrição parcial de um artigo publicado no 24horas do dia 19 do corrente...)
24h/NunoSoares/Net/joseph
Este ranking analisa a actuação dos ministros em três vertentes: económica, política e de estabilidade - e Teixeira dos Santos fica em 17º., 19º. e 11º., respectivamente, o que não lhe permite escapar ao ÚLTIMO lugar, na classificação final.
Contactado pelo jornal 24 horas, o Ministério de Teixeira dos Santos não quis fazer qualquer comentário a esta lista do FT.
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(Transcrição parcial de um artigo publicado no 24horas do dia 19 do corrente...)
24h/NunoSoares/Net/joseph
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
As minhas músicas favoritas - 19
Canção: Proud Mary (Um clássico dos anos 60 [1969])
Intérpretes: Creedence Clearwater Revival
Fica o registo áudio com imagem fixa, dado não ter encontrado um vídeo com boa imagem desta formidável interpretação.
Líder da banda: John Fogerty
Para ouvir o vídeo, desligar a barra de música, à direita, se estiver a tocar.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Uma PP prà frentex....
+artikkel.jpg)
"A Vice-Rainha da Noruega!..."
Deputada há mais de 10 anos, eleita presidente do PP (Partido do Progresso) da Noruega em 2006, esta economista norueguesa, de 39 anos, é mais cortejada do que uma princesa.
Considerada da velha guarda pelos seus detractores , suspeita de manter um racismo latente e de querer dobrar os sindicatos, SIV JENSEN capitaliza o descontentamento crescente neste país riquíssimo.
Favorável à redução de impostos, Jensen preconiza sobretudo utilizar as formidáveis reservas e fluxo de rendimento do petróleo e do gás para melhorar as infra-estruturas e o Estado-Providência.
A popularidade de Siv Jensen está a crescer tanto que já há quem lhe chame a vice-rainha da Noruega.
Joaquim Letria/rev24h/joseph
Considerada da velha guarda pelos seus detractores , suspeita de manter um racismo latente e de querer dobrar os sindicatos, SIV JENSEN capitaliza o descontentamento crescente neste país riquíssimo.
Favorável à redução de impostos, Jensen preconiza sobretudo utilizar as formidáveis reservas e fluxo de rendimento do petróleo e do gás para melhorar as infra-estruturas e o Estado-Providência.
A popularidade de Siv Jensen está a crescer tanto que já há quem lhe chame a vice-rainha da Noruega.
Joaquim Letria/rev24h/joseph
