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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Dia da SAGRADA FAMÍLIA: Jesus, Maria e José...



A Festa da Sagrada Família é uma celebração litúrgica na Igreja Católica Romana em honra de Jesus de Nazaré, Sua mãe, a Virgem Maria, e Seu pai adoptivo, São José, como uma família exemplar, servindo assim de exemplo para todos aqueles que constituem a sua família seguindo os rituais católicos.

A Festa da Sagrada Família é comemorada no domingo seguinte, a seguir ao Natal, a menos que o domingo seja o dia 1 de janeiro, e, nesse caso é comemorada a 30 de dezembro, conforme calendário de 1969 (ver no fim).


A veneração da Sagrada Família foi formalmente iniciada no século 17 por Dom François de Laval , um bispo canadense que fundou uma Confraria .

A festa da Sagrada Família foi instituída pelo Papa Leão XIII em 1893 no domingo dentro da Oitava da Epifania (festa dos Santos Reis Magos) , ou seja, no domingo entre 6 a 13 de janeiro,(ver Calendário Geral Romano de 1962).

Esta festa nunca foi um dia santo de preceito , mas quando a sua celebração caiu para um domingo, passou a haver a obrigação de assistir à missa nesse dia.

No calendário promulgado em 1969, a festa foi transferida para o domingo dentro da Oitava do Natal , entre o Natal e o Dia de Ano Novo (ambos exclusivos), ou quando não houver domingo dentro da Oitava (se ambos dia de Natal e Solenidade de Santa Maria , Mãe de Deus são domingos), é realizada em 30 de dezembro, uma sexta-feira nesses anos. (Em outras palavras, a festa é no mesmo dia como a Missa Tridentina rito do domingo dentro da Oitava do Natal.)

(Créditos: Wikipédia/Google).

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Dia de Nossa Senhora de GUADALUPE - Patrona da Cidade do México, do México, da América Latina e Imperatriz da América.




Nossa Senhora de Guadalupe, (em espanhol Nuestra Señora de Guadalupe), também chamada de Virgem de Guadalupe, é um culto mariano originário do México. É considerada pelos católicos a Patrona da Cidade do México (1737), do México (1895), da América Latina (1945) e Imperatriz da América (2000). Sua origem está na aparição da Virgem Maria a um pobre índio da tribo Nahua, Juan Diego Cuauhtlatoatzin, em Tepeyac, noroeste da Cidade do México, em 9 de Dezembro de 1531.

Pelos relatos, uma "Senhora do Céu" apareceu a Juan Diego, identificou-se como a mãe do verdadeiro Deus, fez crescer flores numa colina semi-desértica em pleno inverno, as quais Juan Diego devia levar ao bispo, que exigira alguma prova de que efectivamente a Virgem havia aparecido. Juan foi instruído por ela a dizer ao Bispo que construísse um templo no lugar, e deixou sua própria imagem impressa milagrosamente no seu Tilma, um tecido supostamente de pouca qualidade (feito a partir do cacto), que deveria deteriorar-se em 20 anos, mas que não mostra sinais de deteriorização até ao presente. Um estudo realizado no Instituto de Biologia da Universidade Nacional Autônoma do Méximo, em 1946, comprovou que as fibras do tecido correspondem às fibras de agave; tais fibras não duram mais do que vinte anos.

Em ampliações da face de Nossa senhora, os seus olhos, na imagem gravada, parecem reflectir o que estava à Sua frente em 1531 - Juan Diego, e o bispo. Porém, alguns acreditam que isto pode ser explicado pelo fenômeno da pareidolia. O assunto tem sido objecto de inúmeras investigações científicas.(?)

É venerada no Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe e a sua festa é celebrada em 12 de Dezembro (Hoje).

(créditos: Wikipédia/Google)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Dogma (de Fé) da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada VIRGEM MARIA...




Papa Pio IX

Lourdes é uma pequena cidade localizada no sudoeste da França, nos montes Pireneus, pertencente à diocese de Tarbes; um dos santuários marianos mais freqüentados.

No local das aparições passa o rio Gave; ao lado está o rochedo Massabielle. Esta rocha forma uma reentrância oval, que é a chamada gruta Massabielle, onde Nossa Senhora apareceu 18 vezes no ano de 1858 a Bernardete Soubirous, de 14 anos. Sua família era muito pobre. Esta jovem sofria de asma e tinha tendência à tuberculose. Foi uma moça quase sempre doente.(#Faleceu a 16.04.1879 com 35 anos.#Em 1933 o Papa Pio XI declarou-a Santa).

Em 8 de Dezembro de 1854 o Papa Pio IX tinha proclamado solenemente o dogma de Fé da Imaculada Conceição de Maria. Então, quatro anos depois, a própria Virgem Maria, em pessoa, quis confirmar este dogma. Foi quando em 25 de março de 1858, na sua 16ª. aparição, de manhã, na festa da Anunciação, revelou seu Nome a Santa Bernadette nas aparições de Lourdes.

No despertar daquele dia 25 de Março de 1858, Bernadette sentiu-se novamente 'pressionada' para ir à gruta. Era uma força estranha que nascia em seu interior, que não sabia explicar. Mas era muito cedo e seus pais aconselharam-na a esperar o dia clarear. Às 5 horas da manhã pôs-se a caminho. Depois de rezar o terço em êxtase, levantou-se e caminhou em direcção à Aparição e conversaram:

- “Mademoiselle, quer ter a bondade de me dizer quem é, se faz o favor”?

“Aqueró” sorriu, não respondeu.

Ela insiste na solicitação, a segunda e a terceira vez, obtendo como respostas um sorriso carinhoso e modesto da Visão.

Mas Bernadette tinha a necessidade de saber o nome Dela, precisava levar esta notícia ao Senhor Abade, porque caso contrário, ele não construiria a Capela. Por isso, com mais amor e decisão insistiu uma quarta vez suplicando que Ela dissesse o seu nome.

Desta vez a Aparição não sorriu mais, ficou séria.

As mãos que estavam unidas afastaram-se estendendo sobre a terra e depois novamente juntas à altura do peito, levantou os olhos ao Céu em sinal de profunda humildade e obediência a Deus e disse:



- “EU SOU A IMACULADA CONCEIÇÃO”.

Dito isto, desapareceu.

Bernadette retornou a si e para não se esquecer das palavras, repetiu-as várias vezes, tropeçando nas letras que mal sabia pronunciar. Fugiu das perguntas de todos e correu para a casa do Senhor Abade Peyramale. Lá chegando, antes mesmo de o cumprimentar gritou:

- 'Que soy era Immaculada Councepciou' (no seu dialecto patois de Lourdes) 'Eu sou a Imaculada Conceição'.

0 Abade ficou perplexo. Não sabia se sorria ou ocultava o seu júbilo, procurando num último esforço, certificar-se do óbvio:

- 'Pequena orgulhosa, tu és a Imaculada Conceição'?!...

- 'Não, não, não eu'.

Peyramale sente que está diante de uma grande revelação: 'A Virgem é concebida sem pecado'.

A partir daí, o padre Peyramale, que era o Cura de Lourdes, passou a acreditar nas aparições de Maria à pobre Bernadette, e com ele toda a Igreja.

“Na plenitude dos tempos”, diz o Apóstolo, “Deus enviou Seu Filho ao mundo nascido de uma mulher”. No ponto central da história da salvação deu-se um acontecimento ímpar em que entra em cena a figura de uma Mulher. O mesmo Apóstolo nos lembra: “Não foi Adão o seduzido, mas a mulher”; portanto, devia ser também por meio da mulher que a salvação chegasse à terra.

Para isso foi preciso que Deus preparasse uma nova Mulher, uma nova Virgem, uma nova Eva, que fosse isenta do pecado original, que pudesse trazer em seu seio virginal o autor da salvação. A Mãe de Deus não poderia ter o pecado original.

Como nenhum ser humano era livre do pecado e de Satanás, foi então preciso que Deus preparasse uma mulher livre, para que Seu Filho fosse também isento da culpa original, e pudesse libertar Seus irmãos.

Assim, o Senhor antecipou para Maria, a escolhida entre todas, a graça da Redenção que seu Filho conquistaria com Sua Paixão e Morte. E Maria foi concebida no seio de sua mãe, Santa Ana, sem o pecado original.

Como disse o cardeal Suenens: “A santidade do Filho é causa da santificação antecipada da Mãe, como o sol ilumina o céu antes de ele mesmo aparecer no horizonte” .

O cardeal Bérulle explica assim: “Para tomar a terra digna de trazer e receber seu Deus, o Senhor fez nascer na terra uma pessoa rara e eminente que não tomou parte alguma no pecado do mundo e está dotada de todos os ornamentos e privilégios que o mundo jamais viu e jamais verá, nem na terra e nem no céu” (Con. Vidigal, Temas Marianos, p. 307).

O Anjo Gabriel disse-lhe na Anunciação: “Ave, cheia de graça...” (Lc 1,28). Nesse “cheia de graça”, a Igreja entendeu todo o mistério e dogma da Conceição Imaculada de Maria. Se ela é “cheia de graça”, mesmo antes de Jesus ter vindo ao mundo, é porque é desde sempre toda pura, bela, sem mancha alguma; isto é, Imaculada.

Em 8 de dezembro de 1854 o Papa Pio IX declarava dogma de fé a doutrina que ensinava ter sido a Mãe de Deus concebida sem mancha por um especial privilégio divino. Na Bula “Ineffabilis Deus”, o Papa diz:

“Nós declaramos, decretamos e definimos que a doutrina segundo a qual, por uma graça e um especial privilégio de Deus Todo Poderoso e em virtude dos méritos de Jesus Cristo, salvador do gênero humano, a bem-aventurada Virgem Maria foi preservada de toda a mancha do pecado original no primeiro instante de sua conceição, foi revelada por Deus e deve, por conseguinte, ser adorada firmemente e constantemente por todos os fiéis”.

É de notar que em 1476 a festa da Imaculada foi incluída no Calendário Romano. Em 1570, o papa Pio V publicou o novo Ofício e, em 1708, o papa Clemente XI estendeu a festa a toda a Cristandade tornando-a obrigatória.

Pérolas de Fé:


Neste seio virginal, diz S. Luiz, Deus preparou o “paraíso do novo Adão” (Tratado da Verdadeira Devoção , n. 18).

Santo Afonso de Ligório, doutor da Igreja e ardoroso defensor de Maria, falecido em 1787, disse: “Maria tinha de ser medianeira de paz entre Deus e os homens. Logo, absolutamente não podia aparecer como pecadora e inimiga de Deus, mas só como Sua amiga, toda imaculada” (Glórias de Maria, p. 209). E ainda: “Maria devia ser mulher forte, posta no mundo para vencer a Lúcifer, e portanto devia permanecer sempre livre de toda a mácula e de toda a sujeição ao inimigo” (idem, p. 209).

S. Bernardino de Sena (F. a 1444), diz a Maria: “Antes de todas as criaturas fostes, ó Senhora, destinada na mente de Deus para Mãe do Homem Deus. Se não fosse por outro motivo, ao menos pela honra de seu Filho, que é Deus, era necessário que o Pai Eterno Te criasse pura de toda mancha”.

Diz o livro dos Provérbios: “A glória dos filhos são seus pais” (Pr 17,6); logo, é certo que Deus quis glorificar "Seu Filho humanado" também pelo nascimento de uma Mãe toda pura.

S. Tomas de Vilanova (F. a 1555), chamado de "São Bernardo espanhol", disse, em sua teologia sobre Nossa Senhora: “Nenhuma graça foi concedida aos santos sem que Maria a possuísse desde o começo em sua plenitude”.

S. João Damasceno, doutor da Igreja (F. a 749), afirma: “Há, porém, entre a Mãe de Deus e os servos de Deus uma infinita distância”.

E pergunta S. Anselmo, bispo e doutor da Igreja (F. a 1109), e grande defensor da Imaculada Conceição: “Deus, que pôde conceder a Eva a graça de vir ao mundo imaculada, não teria podido concedê-la também a Maria?”

“A Virgem, a quem Deus resolveu dar Seu Filho Único, tinha de brilhar numa pureza que ofuscasse a de todos os anjos e de todos os homens e fosse a maior imaginável abaixo de Deus”.

É importante notar que S. Afonso de Ligório afirma: “O espírito do mal buscou, sem dúvida, infeccionar a alma puríssima da Virgem, como já havia infeccionado com seu veneno a todo o gênero humano. Mas louvado seja Deus! O Senhor a preveniu com tanta graça, que ficou livre de toda mancha do pecado. E dessa maneira pode a Senhora abater e confundir a soberba do inimigo”.

Nenhum de nós pode escolher sua Mãe; Jesus pôde.

Então pergunta S. Afonso: “Qual seria aquele que, podendo ter por Mãe uma rainha, a quisesse uma escrava? Por conseguinte, deve-se ter por certo que a escolheu tal qual convinha a um Deus”.

Quando Deus eleva alguém a uma alta dignidade, também o torna apto para exercê-la, ensina S. Tomás de Aquino. Portanto tendo eleito Maria para Sua Mãe, por Sua graça a tornou digna de ser livre de todo o pecado, mesmo venial, ensinava S. Tomás; caso contrário, a ignomínia da Mãe passaria para o Filho.

Nesta mesma linha afirmava S. Agostinho de Hipona, Bispo e doutor da Igreja (F. a 430), já no século V: “Nem se deve tocar na palavra “pecado” tratando-se de Maria; e isso por respeito Àquele de quem mereceu ser a Mãe, que a preservou de todo pecado por sua graça”.

Pergunta S. Cirilo de Alexandria (370-444), bispo e doutor da Igreja: “Que arquitecto, erguendo uma casa de moradia, consentiria que seu inimigo a possuísse inteiramente e habitasse?”.

S. Bernardino de Sena ensina que Jesus veio para salvar a todos, inclusive Maria. Contudo, há dois modos de remir: levantando o decaído ou preservando-o da queda. Este último modo foi o que Deus aplicou a Maria.

Podendo o Espírito Santo criar Sua Esposa toda bela e pura, é claro que assim o fez. É dela que fala: “És toda formosa minha amiga, em ti não há mancha original”. Chama ainda Sua Esposa de “jardim fechado e fonte selada”, onde jamais os inimigos entraram para ofendê-la.

“Ave, cheia de graça!” Aos outros santos a graça é dada em parte, contudo a Maria foi dada em sua plenitude. Assim “a graça santificou não só a alma mas também a carne de Maria, a fim de que com ela revestisse depois o Verbo Eterno”, afirma S. Tomás.

O´ Maria concebida sem pecado; rogai por nós que recorremos a Vós!


(Créditos: Prof.Felipe Aquino, doutor em Física e Director da Fundação João Paulo II. Blog - www.cleofas.com.br/ver www.derradeirasgracas.com/Wikipédia/Canção Nova/Google)