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quarta-feira, 11 de julho de 2012

S. BENTO - Abade e Patrono da Europa.




S. BENTO, nasceu em Núrsia (Umbria) – Itália no no dia 24 de Março do ano 480, e previu o dia da sua morte; Morreu numa Quinta-Feira Santa, “DE PÉ” com as mãos levantadas aos Céus, e os lábios pronunciando uma última oração, no dia 21 de Março do ano 547. (aos 67 anos de idade); era filho de uma família nobre e, por isso, foi enviado para Roma, para estudar.

Depressa, contudo, deixou esta cidade por causa da imoralidade reinante e refugiou-se numa gruta existente num vale, perto de Subiaco. Ali se consagrou exclusivamente ao silêncio e à oração. Ao fim de poucos anos era grande a fama da sua santidade. A pedido dos religiosos e duns monges, tomou o cargo de Abade  dum mosteiro ali perto mas exigia a todos o caminho da perfeição. Os tíbios monges, arrependidos da escolha, decidiram matá-lo COLOCANDO VENENO NO SEU VINHO.
O Santo ao traçar um grande Sinal da Cruz sobre a taça de cristal que lhe foi apresentada, esta DESPEDAÇOU-SE. Compreendendo bem o que isso significava, Bento abandonou no mesmo dia o mosteiro e regressou à sua gruta.

Atraídos pelo brilho das suas virtudes e fama dos seus milagres, muitos varões foram para junto da sua gruta para viverem sob sua direcção. Ao todo, São Bento acabou por erigir doze mosteiros, escolhendo 1 abade para cada um. “Estava fundada a ORDEM BENEDITINA”.

Sentindo-se moralmente perseguido, Bento retirou de Subiaco e dirigiu-se a Cassino, perto de Nápoles. Havia lá um templo pagão no qual camponeses da região rendiam culto a Apolo. S. Bento destruiu o ídolo e ergueu ali uma igreja com um oratório a S. João Baptista e outro a S. Martinho de Tours, de quem era grande devoto.

Depois deu início à construção do famoso mosteiro de MONTE CASSINO, cujo único arquitecto foi o próprio Bento  e os construtores os monges. Bispos, abades, princípes e homens de todas as classes visitavam o Santo, quer para lhe pedir um conselho, quer pela amizade e estima que tinham por ele.
Enquanto erguia o edifício do novo mosteiro, São Bento erigia interiormente a Obra Beneditina sobre uma base mais firme que a rocha, escrevendo sua inspirada e famosíssima Regra dos Monges. Com o seu conhecido lema “Ora et labora” (Reza e trabalha), a Regra tem o mérito de harmonizar no monge a oração e a acção.

A Ordem de São Bento teve um extraordinário surto de desenvolvimento a patir do Séc. X com a fundação da Abadia de Cluny. No seu apogeu 17 mil Mosteiros estavam subordinados a ela. Nações inteiras foram convertidas à Fé Cristã pelos discípulos do Santo Patriarca. Muitas famosas Universidades – Paris, Cambridge, Bolonha, Oviedo, Salamanca, Salzburgo – nasceram como desdobramento de colégios beneditinos.

São atribuídos a S. Bento numerosos milagres, os quais estão incluídos na clássica obra do Papa São Gregório Magno, datada de 593. Destacam-se 4:

-O pão envenenado lançado longe por um corvo
-A Ressurreição de um morto.
-A taça de cristal quebrada com o sinal da cruz (descrito acima).
-O pão envenenado e o corvo.



São Bento é venerado em Portugal no Santuário de São Bento da Porta Aberta, no Alto da Caniçada, que foi erguido a partir de 1614. Também está ligado aos Monges Beneditenses o Santuário de Nossa Senhora da Abadia, sito a 4 kms. do Mosteiro de Santa Maria do Bouro, todos sitos no GERÊS.

Séculos mais tarde, o Papa PIO XII chamou S. Bento de “PAI DA EUROPA”; e desta mesma o constituiu o Papa PAULO VI, Patrono, em 1964, no dia 11 de Julho.

É considerado um dos maiores Santos das Igrejas Católica, Ortodoxa, Luterana e Anglicana, tendo sido canonizado em 1220.

Reconhecendo a importância fundamental deste Santo na difusão do Cristianismo na Europa e na conservação da sua unidade, o Cardeal Ratzinger escolheu o nome de BENTO quando foi eleito papa (BENTO XVI).

O Dia Litúrgico de S. Bento é hoje, na data da sua elevação a Patrono (Padroeiro) da EUROPA.

(Créditos: Wikipédia/LivrodeS.Bento/Outros).

terça-feira, 13 de abril de 2010

Ai, Ai, Cardeal TARCÍSIO BERTONE.....E agora?


PEDOFILIA É A MESMA COISA QUE HOMOSSEXUALIDADE?


Isso é um "disparate", disse hoje, na SIC, a Sexóloga Marta Crawford àcerca das últimas declarações feitas pelo Nº. 2 do VATICANO, Cardeal TARCÍSIO BERTONE, dizendo que os estudos feitos por psicólogos indicavam que o celibato dos padres não tem nada a ver com a PEDOFILIA e que Pedofilia e Homossexualidade está tudo relacionado uma coisa com a outra.
Ora, ouvindo a referida sexóloga, no vídeo abaixo, não é nada disso, dado que, Homossexualidade é uma orientação sexual e
Pedofilia é um desvio da sexualidade, ou seja, é uma doença:





Adenda:

Berlim, 05 abr (Lusa) - Documentos divulgados pelo semanário alemão Die Zeit indicam que foi o actual "número dois" do Vaticano, o cardeal Tarcisio Bertone, que tentou abafar o escândalo de um padre acusado de abusar de mais de 200 crianças surdas.

O jornal alemão, que reproduz documentos do Vaticano, identifica o actual secretário de Estado da Santa Sé e amigo pessoal do Papa Bento XVI como a pessoa que desempenhou o papel chave na travagem do esclarecimento daquele escândalo, o que diverge dos documentos divulgados pelo jornal norte-americano The New York Times.

Por ocasião de uma reunião de crise convocada em 1998 no Vaticano, devido ao caso do padre Murphy, acusado de ter abusado de mais de 200 crianças surdas numa escola do estado do Wisconsin, no Norte dos Estados Unidos da América, Bertone levantou numerosos obstáculos à "eventualidade de um processo" no seio da Igreja, segundo a acta da sessão.

(Fonte: Visão.pt)
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Net/Sic/Cmanhã/

sábado, 27 de março de 2010

TEMPO SANTO - DOMINGO DE RAMOS - II


***Celebra-se amanhã, Domingo, dia 28, o Domingo de Ramos que abre por excelência a SEMANA SANTA. ***

Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição.

Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.

O povo o aclama cheio de alegria e esperança, pois Jesus como o profeta de Nazaré da Galiléia, o Messias, o Libertador, certamente para eles, iria libertá-los da escravidão política e econômica imposta cruelmente pelos romanos naquela época e, religiosa que massacrava a todos com rigores excessivos e absurdos.

Mas, essa mesma multidão, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.

Por isso, na celebração do Domingo de Ramos, proclamamos dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém fortemente aclamado pelo povo; depois o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento de Cristo. Julgamento injusto com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado, profundos cortes com grande perda de sangue. Só depois de tudo isso que, com palavras é impossível descrever o que Jesus passou por amor a nós, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.

O Domingo de Ramos pode ser chamado também de “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”, nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte.

Crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e, com Ele Vivo e Vitorioso viver eternamente. É proclamar, como nos diz São Paulo: ‘“Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai’ (Fl 2, 11).

Fontes: Net/Joseph