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sábado, 3 de abril de 2010

TEMPO SANTO - SÁBADO SANTO - V




MEDITAÇÃO SOBRE A PAIXÃO E MORTE DE JESUS



Hoje, sábado, é o segundo dia do Tríduo: no chão junto à ele, durante sete dias e e sete noites com Cristo no sepulcro.


"Durante o Sábado Santo ou Sábado de Aleluia, a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73). No dia do silêncio: a comunidade cristã vela junto ao sepulcro. Calam os sinos e os instrumentos. É ensaiado o aleluia, mas em voz baixa. É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar está despojado. O sacrário aberto e vazio. A Cruz continua entronizada desde o dia anterior. Central, iluminada, com um pano vermelho com o louro da vitória. Deus morreu. Quis vencer com sua própria dor o mal da humanidade. É o dia da ausência. O Esposo nos foi arrebatado. Dia de dor, de repouso, de esperança, de solidão. O próprio Cristo está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado. Depois de seu último grito da cruz "por que me abandonaste?", agora ele cala no sepulcro. Descansa: "consummantum est", "tudo está consumado". Mas este silêncio pode ser chamado de plenitude da palavra. O assombro é eloqüênte. "Fulget crucis mysterium", "resplandece o mistério da Cruz". O Sábado é o dia em que experimentamos o vazio. Se a fé, ungida de esperança, não visse no horizonte último desta realidade, cairíamos no desalento: "nós o experimentávamos… ", diziam os discípulos de Emaús. É um dia de meditação e silêncio. Algo parecido à cena que nos descreve o livro de Jó, quando os amigos que foram visitá-lo, ao ver o seu estado, ficaram mudos, atônitos frente à sua imensa dor: "Sentaram-se no chão ao lado dele, sete dias e sete noites, sem dizer-lhe uma palavra, vendo como era atroz seu sofrimento" (Jó. 2, 13).


Ou seja, não é um dia vazio em que "não acontece nada". Nem uma duplicação da Sexta-feira. A grande lição é esta: Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo em que pode ir uma pessoa. E junto a Ele, como sua Mãe Maria, está a Igreja, a esposa. Calada, como ele. O Sábado está no próprio coração do Tríduo Pascal. Entre a morte da Sexta-feira e a ressurreição do Domingo nos detemos no sepulcro. Um dia ponte, mas com personalidade. São três aspectos -não tanto momentos cronológicos- de um mesmo e único mistério, o mesmo da Páscoa de Jesus: morto, sepultado, ressuscitado: "...se despojou de sua posição e tomou a condição de escravo…se rebaixou até se submeter inclusive à morte, quer dizer, conhecesse o estado de morte, o estado de separação entre sua alma e seu corpo, durante o tempo compreendido entre o momento em que Ele expirou na cruz e o momento em que ressuscitou. Este estado de Cristo morto é o mistério do sepulcro e da descida à mansão dos mortos. É o mistério do Sábado Santo em que Cristo depositado na tumba manifesta o grande repouso sabático de Deus depois de realizar a salvação dos homens, que estabelece na paz o universo inteiro".

Á noite celebra-se a Vigília Pascal em honra ao Senhor, segundo uma antiqüíssima tradição, (Ex. 12, 42), de maneira que os fiéis, seguindo a exortação do Evangelho (Lc. 12, 35 ss), tenham acesas as lâmpadas como os que aguardam a seu Senhor quando chega, para que, ao chegar, os encontre em vigília e os faça sentar em sua mesa.

O Sábado Santo, é o último dia da Semana Santa.

OREMOS!

Fontes: Net, Bíblia, Joseph.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Avó de 56 anos deu à luz... 3 netas!...



POR CAUSA DA INFERTILIDADE DA FILHA E DO GENRO...


Jaci Dalenberg, norte-americana de 56 anos ofereceu-se para ser "barriga de aluguer" dos netos, porque a filha e o genro não podiam conceber. E acabou por dar à luz três meninas, duas delas gémeas idênticas, no passado dia 11 de Outubro.

Eu estou bem, sinto-me óptima, disse Jaci, a recém-avó, residente no Ohio. "Conhecendo os resultados, eu era capaz de fazê-lo novamente, mas... não o vou fazer", afirmou. A filha, Kim Coseno, garantiu que não fará com que a mãe passe pelo mesmo outra vez.

Após ter tido conhecimento de que a sua filha e o marido, Joe Coseno, pretendiam adoptar uma criança, Jaci mostrou-se disponível para ajudar o casal. Após uma fertilização in vitro com material biológico de Kim e Joe, os embriões foram implantados no útero da avó, que levou a gravidez avante, apesar dos riscos da
sua avançada idade.

As recém-nascidas, Gabriella, Carmina e Elizabeth estão bem, considerando que nasceram prematuramente, através de uma cesariana, com sete meses de gestação, mas encontram-se ainda no hospital.

(Uma lição de vida!)

Net/j24h/joseph.